Um bar cart perfeito para ter em casa
A Theodora Home invadiu minha casa com todo o seu bom gosto e curadoria impecável e fez o projeto assinado...
Vamos Receber
No início desta semana, mostramos a vocês a mesa incrível que foi preparada para receber os membros da confraria de vinhos de que meus sogros fazem parte. Quem quiser conferir, é só clicar aqui.
Vinhos à parte, as estrelas da noite foram os deliciosos brigadeiro de paçoca – que ensinamos a fazer aqui – e o tradicionalíssimo tiramisú – que ensinaremos a vocês hoje – ambos preparados pelo nosso querido chef de cozinha Weslley Moralles. Não houve quem resistisse a essas sobremesas!

Vamos à receita?
Os ingredientes estão abaixo e a quantidade sugerida serve 10 pessoas.

Modo de preparo:
1. Com uma batedeira, bata o queijo mascarpone com açúcar e acrescente os ovos um a um, até que fique uma massa homogênea.
2. Misture o café e o conhaque. Mergulhe rapidamente o biscoito champagne nesta mistura, coloque-o no fundo da taça.
3. Cubra com um pouco do creme batido. Com o auxílio de uma peneira, polvilhe o chocolate em pó. Repita o processo.
4. Por fim, cubra com o creme, decore com o chocolate ralado e polvilhe novamente com o chocolate em pó.
5. Leve a geladeira por aproximadamente 2 horas.
Dica: antes de ralar o chocolate, coloque-o no microondas por 20 segundos.
Impossível não fechar bem uma noite com uma sobremesa dessas, não é verdade?
Agora só falta aceitar nosso convite para reunir amigos queridos e criar sua própria confraria de vinhos. Quem topa?
Um beijo e bom final de semana!
Ao mostrar a vocês aqui a mesa que preparamos para a reunião de uma confraria de vinhos muito especial, fizemos um convite para que todos aqueles que apreciam bons vinhos, boa companhia e o bem receber fizessem o mesmo, lembram?
É por isso que hoje preparamos uma seleção de taças by Presentes Mickey, indicando quais bebidas podem ser adequadamente degustadas em cada uma delas e por quê.

A Presentes Mickey tem um acervo realmente impressionante de taças sommelier específicas para todo o tipo de bebida. Todas essas taças são feitas em cristal transparente para permitir a perfeita visualização da coloração e aspecto do líquido – um dos requisitos essenciais para a sua perfeita avaliação. São vendidas por unidade ou por conjuntos.
Vamos à seleção?
1. Taça Cerveja | 2. Taça Conhaque | 3. Taça Espumante | 4. Taça Grappa | 5. Taças Sherry | 6. Taça Chianti Clássico | 7. Taça Bourgogne | 8. Taça Bordeaux Grand Cru I | 9. Taça Malbec | 10. Taça Chardonnay | 11. Taça Vinho do Porto | 12. Taça Sauternes.
Procuramos fazer uma seleção bem completa, com taças que, além de lindas, em seu conjunto, permitem que os mais variados tipos de vinhos e destilados possam ser adequadamente degustados. Impossível não acertar com uma seleção de taças como essa.
Logicamente cada um tem as suas preferências e quem optar por taças ainda mais específicas para um determinado tipo de vinho, destilado ou cerveja, dentre outros, pode clicar aqui e deixar sua coleção ainda mais completa.
Como muita gente tem dúvidas sobre qual o tipo de taça mais apropriado para cada vinho, contamos com a ajuda de dois experts no assunto para escolher na Presentes Mickey as taças que mostramos hoje a vocês e falar para que elas são melhor indicadas.
Eles são os queridos João Renato da Silva, sommelier gabaritado pela Wine & Spirit Education Trust – WSET, e Tais de Souza, sócios da Tintin Vinho & Entretenimento. João Renato e Tais, muito obrigada pela valiosíssima aula sobre as taças de hoje. Jamais teríamos conseguido sem vocês!
Para começar pelo espumante, o sommelier João Renato menciona que a taça Champagne permite que ali sejam degustados quaisquer vinhos espumantes, tais como o Champagne a Cava e o Prosecco. Segundo ele, a sua base mais fechada faz com que o espumante mantenha sua perlage (nome adequado para as lindas borbulhas) por mais tempo. Tratando-se, no entanto, de espumantes mais encorpados ou envelhecidos o ideal são taças mais abertas que permitem os aromas do espumante sejam melhor liberados.
Passando aos vinhos, o sommelier João Renato destaca que, de maneira geral, o formato distinto das taças conforme o tipo de vinho é importante para fazer com que cada um deles chegue à boca de maneira e em local específico diferente, visando potencializar as características principais de cada uva.
A taça Malbec é ideal para vinhos em que predominem uvas de médio porte, como a Malbec e a Carmenere.
A taça Bordeaux Grand Cru I é maior e tem capacidade para mais vinho, compatível com a uva Cabernet Sauvignon, sinônimo de Bordeaux e bastante potente, apresentando taninos bem marcantes. O tamanho da taça permite ao vinho aerar, minimizando esses taninos e permitindo a liberação dos aromas.
A taça Chianti Clássico é ideal para vinhos feitos com a uva Sangiovesi – tema da nossa confraria. Ela permite, portanto, a degustação apropriada de Chiantis, Chiantis Clássicos e Reservas, Brunellos de Montalcino, Supertoscanos e os Vinos Nobiles de Montepulciano.
A taça Bourgogne Grand Cru é perfeita para os grandes vinhos feitos com a uva Pinot Noir na região da Borgonha. Trata-se de vinhos delicados e, ao mesmo tempo, complexos aromaticamente. Vinhos assim pedem uma taça de grande porte, para que seus aromas possam ser liberados aos poucos, e que tenha o formato necessário para que o vinho chegue ao lugar certo da boca, podendo, assim, ser melhor apreciado.
A taça Chardonnay pode ser usada para uma boa degustação de vinhos brancos e rosé. Tratando-se desses tipos de vinho, é importante que a taça em que sejam servidos preserve melhor e por mais tempo tanto seus aromas, mais delicados que os dos vinhos tintos, como sua temperatura.
A taça Sauternes, além do próprio Sauternes (claro!) pode ser usada para degustar qualquer outro vinho de sobremesa elaborado da mesa forma, inclusive os late harvest. Seu formato permite a adequada oxigenação do vinho e a liberação de seus (maravilhosos) aromas.
A taça Vinho do Porto em geral é menor que a de um vinho branco ou tinto, já que o Vinho do Porto é mais alcoólico e, normalmente, tomado ao final das refeições como um digestivo, em pequenas doses.
A taça Sherry e Jerez é bem específica para esses tipos de bebida. Ela também respeita o fato de estes vinhos serem servidos em pequenas doses, resguardando melhor a menor temperatura do serviço.
Para terminar com os destilados, o sommelier João Renato frisa que, quanto à taça Conhaque, esta serve exclusivamente para este tipo de bebida. Seu formato, sem haste alongada, é pensado para que seguremos a taça pelo seu bojo, esquentando, assim, a bebida com a temperatura das mãos e, consequentemente, liberando seus aromas. É exatamente o oposto do que ocorre com os vinhos, cujas taças seguramos pela haste para não interferir na sua temperatura.
E, sobre a taça Grappa, ela é específica para este tipo de destilado.
Além de sommelier de mão cheia e sócio da Tintin Vinho & Entretenimento, que organiza cursos, confrarias e jantares harmonizados, o querido João Renato é sócio do Ovo e Uva, bar de vinhos onde se pode levar os selecionadíssimos rótulos para casa e provar comidinhas harmonizadas com vinhos escolhidos a dedo por quem mais entende do assunto. Vale a pena conferir!
Esperamos que tenham gostado de nossa seleção de hoje.
Agora é só criar a confraria, escolher a taça certa e começar a brindar.
Um beijo!
Quem gostou da mesa para a confraria de vinhos que mostramos aqui certamente reparou nas exóticas flores púrpura que pontuavam os incríveis arranjos preparados pelo nosso querido florista Marcio Leme, da Milplantas.
Ao conferir os créditos, é possível que vocês tenham se surpreendido ao saber que se tratava de flores de alcachofra, já que elas são muito mais comuns no prato que em vasos, não é mesmo?
Mas hoje, com a ajuda do nosso expert no assunto e amigo tão especial, o biólogo Sergio Oyama Junior, do Orquídeas no Apê, vamos mostrar que a flor de alcachofra rende muito mais que um prato saboroso.
Foto: Pinterest.
Originária da região do Mediterrâneo e pertencente à grande família Compositae, que reúne as flores chamadas compostas, a alcachofra – cujo nome científico é Cynara scolymus – é parente de clássicas flores como a margarida, a dália, o crisântemo e a gérbera.
Ela é e foi cultivada por muitos séculos por suas propriedades medicinais, acreditando-se que seu uso na culinária tenha sido introduzido pelos antigos gregos e romanos.
A alcachofra que consumimos é, na verdade, uma inflorescência imatura. Antes que a floração se complete, a flor é colhida e preparada para o uso culinário. Por este motivo, quase não chegamos a ter o prazer de apreciar a exótica flor púrpura, repleta de delicados filamentos azulados que vocês viram sobre nossa mesa.
Uma curiosidade: apesar de frequentemente serem confundidos com pétalas, esses filamentos azulados são, na verdade, as brácteas (estruturas de proteção) das numerosas flores que compõem a alcachofra, mais ou menos como acontece com o girassol, como falamos aqui.
Introduzida no Brasil pelos imigrantes europeus, principalmente italianos, durante o século XIX, a alcachofra chegou a ser bastante utilizada no paisagismo dos jardins brasileiros da época, conferindo-lhes beleza e sofisticação.
A flor de alcachofra é uma receita certeira para surpreender com arranjos florais pra lá de originais e pode ser usada tanto fresca como desidratada.
Outras flores de alimento belíssimas e muito interessantes são a flor de cenoura, sobre a qual falamos aqui, utilizadas em um arranjo que amamos e que vocês podem ver aqui e a flor de alho, que usamos para um buffet de feijoada que vocês conferem aqui.
Esperamos que tenham gostado e que não se esqueçam dessas magníficas flores ao escolher arranjos para receber em casa. Os convidados agradecem!
Um Beijo!