Um bar cart perfeito para ter em casa
A Theodora Home invadiu minha casa com todo o seu bom gosto e curadoria impecável e fez o projeto assinado...
Vamos Receber
Um encontro que potencializa o que existe de melhor em cada parte pode ser chamado de amor. Para celebrar o Dia dos Namorados, que se aproxima, compartilhamos uma receita que é uma autêntica manifestação desta máxima, o Brigadeiro de Doce de Leite com Coco da Le Délice!
Para comer a dois ou dividir com quem estiver por perto, esse doce que derrete na boca e o coração, une duas paixões: o coco e o doce de leite, de forma simples e rápida!

Seguem os ingredientes que rendem de 25 a 35 bolinhas, dependendo do tamanho delas:
Modo de preparo:
1. Coloque em uma panela o creme de leite, o leite condensado e o doce de leite e misture bem.
2. Adicione a manteiga e leve ao fogo, mexendo bem até a massa soltar do fundo da panela.
3. Acrescente o coco e misture bem.
4. Espere esfriar totalmente para fazer as bolinas, confeitando com um pouco mais de coco ralado seco e pronto!
Para quem gosta de comer o brigadeiro direto na colher ou em potinhos, a receita e o sabor são os mesmos! Aproveitem!
Esperamos que tenham gostado!
Beijos
Nossa flor da semana é linda, diferente e um fruto do Brasil: a Flor de Maracujá. Mais de suas características e simbologias, saberemos adiante com a ajuda do biólogo e botânico Anderson Santos, nosso querido colaborador semanal.

O maracujá possui uma das flores mais marcantes, sendo apreciada desde a exploração espanhola nas Américas. Foi a planta americana que mais causou admiração nos colonizadores, nos séculos XVI e XVII. Maracujá é o nome popular atribuído às diferentes espécies pertencentes ao gênero botânico Passiflora, da família Passifloraceae. Nativo das Américas, Passiflora tem cerca de 500 espécies catalogadas pela ciência. No Brasil, são registradas 141 espécies de Passiflora, sendo 82 delas endêmicas, ou seja, só ocorrem no Brasil e são observadas em todos os tipos de ambientes, em todos os estados brasileiros.
As passifloras são, em sua maioria, plantas trepadeiras que podem ter o caule muito fino e delicado até extremamente espesso. Apresentam as gavinhas, aquelas molinhas que permitem que a planta se apoie e consiga se desenvolver sobre outras superfícies. As folhas, geralmente, tem a cor verde intenso e as diferentes espécies apresentam formas de folhas variadas. As flores são geralmente isoladas na extremidade dos ramos e na maioria das vezes muito vistosas, sempre com cinco pétalas. Uma característica marcante das passifloras é a presença de uma corona de filamentos, que é uma espécie de “saia” composta por fios alongados, geralmente coloridos que se localizam sobre as pétalas também coloridas. O fruto possui em seu interior uma polpa amarelada ou alaranjada com muitas sementes.
A princípio, o maracujá era conhecido como granadilla, pois a forma de seu fruto se parece com o fruto da romã (punica granatum). Posteriormente, recebeu o nome de passiflora, passionária ou flor da paixão. O nome de flor da paixão se deve à primeira espécie descoberta, Passiflora Incarnata, pois para aqueles que a conheciam na ocasião, homens de fé católica, associavam as partes da flor e folhas com alguns instrumentos presentes da paixão de Cristo. Assim, as folhas recordavam a lança que transpassou o peito de Jesus na cruz; as gavinhas, o açoite; a corona de filamentos, de coloração vermelha e azul, a coroa de espinhos; os três estiletes simulavam os três cravos e as cinco anteras representavam as chagas do crucificado. O papa Paulo V recebeu em 1605 a visita de missionários que estavam na América e o presentearam com uma planta viva de Passiflora Incarnata, presente que causou grande surpresa em Roma, devido à associação religiosa e logo foi cultivada e propagada por vários países católicos da Europa. Os cristãos europeus acreditavam que a presença dessa flor nas Américas era um sinal da conversão dos povos dos americanos à fé Cristã. O nome maracujá tem origem no tupi-guarani e mara kuya, significa “fruto que se serve” ou “alimento na cuia”.
O uso fitoterápico do maracujá como calmante é antigo. Há indícios de que diversas tribos indígenas das Américas preparavam um emplasto com as folhas da planta para acelerar a cicatrização de contusões. As folhas e raízes do maracujazeiro possuem a maracujina, passiflorina e calmofilase, princípios farmacológicos muito utilizados como sedativos, antiespasmódicos, anti-inflamatório, depurativos e suas sementes atuam como vermífugos que podem ser facilmente encontrados em farmácias e drogarias. Na Primeira Guerra Mundial, o maracujá na forma de xarope, extrato e chás foi utilizado como ajuda no tratamento de angústia própria de guerra.
O Brasil é o maior produtor mundial de maracujá, sendo que em todo o território brasileiro há produção e o estado da Bahia lidera esse ranking. As técnicas de cultivo variam de acordo com a região e condições climáticas e de solo. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias), especializada no melhoramento das mais diferentes produções agrícolas, realiza pesquisas nos mais diferentes lugares do Brasil para promover avanços e melhoras no seu cultivo.
Realmente, essa é uma flor muito especial, e que, inclusive, já foi tema e inspiração para uma das coleções de louça que mais amamos de Tania Bulhões e que mostramos aqui!
Esperamos que tenham gostado da nossa flor da semana!
Beijos!
Quando o sol ameaça alegrar um dia que nasce friozinho, um clima perfeito, de repente, se estabelece. Essa pode ser uma ótima oportunidade para montar uma mesa especial no jardim para um almoço em pleno outono, com suas cores típicas.

Para trazer à tona as cores do outono, buscamos a beleza da coleção Ikat, em laranja, desenvolvida por Tania Bulhões, com sua estampa em formas geométricas que nos remete à arte tecelã oriental e sua padronagem exótica aplicada nos tecidos mais lindos e emblemáticos de sua estética. A coleção completa foi criada em duas cores: azul e laranja, e a nossa escolhida de hoje consegue reunir ainda outros tons, mais terrosos e sóbrios, aumentando a sensação de aconchego que o frio pede.

Compondo a nossa mesa de almoço neste jardim outonal, usamos sousplats e pratos rasos. Mas a coleção Ikat ainda conta com pratos de sobremesas, pratos de pão, bowls e xícaras de chá.


Ao centro da mesa, orquídeas cymbindium pendente, dendrobium, cattleya, colmanara e microorquídeas foram plantadas pelo querido Marcio Leme, da Milplantas, em vasos de barro da Milplantas e outros vasos rústicos by Tania Bulhões, que já moram em nosso acervo pessoal há anos.





Misturamos as texturas dos vasos de forma a criar um centro de mesa descontraído e rústico. As orquídeas mais altas, por apresentarem caules finos, não atrapalham a visão entre os convidados e assim imaginamos um pouco desse jardim invadindo a mesa e trazendo a inigualável sensação de prazer em almoçar ao ar livre.




Aproveitamos a inspiração exótica da louça Ikat para compor a mesa com os jogos americanos de miçangas, também da marca Tania Bulhões, acentuando o tom terroso de pequenos detalhes nas pinturas dos pratos, e combinando com guardanapos em linho na cor telha.

Taças verdes em cristal polonês e lapidadas à mão, lançadas recentemente pela Tania Bulhões, ficam ótimas em mesas com estilos diferentes, desde as mais sofisticadas, quanto as mais rústicas e despretensiosas.


Em prata, usamos talheres lisos com design clean e descansos de talher, by Tania Bulhões.


Vejam mais fotos da nossa mesa:




Louça, sousplats, taças, vasos rústicos, talheres, descansos de talher: Tania Bulhões | Arranjos e vasos de barro: Milplantas.
Para outras ideias de como usar as cores outonais, indicamos uma visita ao post Flores de Outono, com uma lista de flores incríveis para decorar a casa nessa época do ano. E para quem está à procura de um menu adequado, uma boa sugestão é o Risoto de Abóbora com Bacon, da chef Bruna Leite.
Esperamos que tenham gostado da nossa mesa.
Beijos e uma ótima semana!