Um bar cart perfeito para ter em casa
A Theodora Home invadiu minha casa com todo o seu bom gosto e curadoria impecável e fez o projeto assinado...
Vamos Receber
Como um concerto tocado por instrumentistas virtuosos, a belíssima louça Folha de Tabaco, considerada uma das porcelanas mais nobres do século XVIII, em exposição no Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque, foi reproduzida pela Vista Alegre em parceria com a Mottahedeh, uma empresa que há 90 anos se especializou em recriar formas e pinturas antigas das porcelanas mais lindas da história.
A pintura detalhada nas bordas dos pratos, as flores e folhas de tabaco feitas com precisão em 27 cores ornamentadas com pigmento de ouro 22k foram a nossa maior inspiração para a mesa de hoje.

A ideia era montar uma mesa elegante e especial, aproveitando o colorido lindo da louça Folha de Tabaco, à venda sob encomenda na Matisse Casa.



Além das folhas de tabaco e flores, representados artisticamente nas pinturas, uma fênix delicada dá o ar da graça na louça, trazendo a simbologia da longevidade, quase imortal, da ave mitológica.



A pintura detalhada se repete nos vasos altos da coleção, onde encontramos as cores que gostaríamos de ter nos arranjos florais para criar uma harmonia.



Como a mesa foi montada para quatro pessoas, dispomos dois vasos da coleção Folha de Tabaco, um em cada extremidade da mesa, e sobre o centro, dois vasos de cristal transparente pequenos da Christofle.

Protea cynaroides, saudade, sorgo, ligustro, sementes de cheflera e orquídeas vanda, phalaenopsis, cherry baby e epidendrum foram dispostos por Marcinho da Milplantas nos dois vasos altos.






Já, nos vasos de cristal transparentes, a exuberante protea e a orquídea vanda deram lugar às delicadas hortênsias azuis acompanhadas por calandivas, trazendo leveza aos arranjos mais baixos.




Acompanhando o colorido da louça e das flores, usamos o copo baixo, a taça de vinho e a taça de champagne em cristal lapidado da Christofle. A cada lugar à mesa, uma combinação de cores diferente.


Para compor a mesa, sousplats, talheres e descansos de talheres em prata charmosos em formato de lebre e raposa.




Toalha branca em linho e renda renascença, guardanapos de linho bordados à mão da Matisse Casa e porta-guardanapos de florzinhas lilás completaram a mesa.

Louça, taças, sousplats, talheres, descansos de talhereres e guardanapos: Matisse Casa |Arranjos: Milplantas | Toalha: Mercado Modelo de Salvador | Porta-guardanapos: Couvert.
E assim foi a nossa mesa, inspirada nessas lindas peças para aqueles momentos em que tudo parece perfeito, como a sensação de estarmos no lugar certo, com as pessoas certas!
Esperamos que tenham gostado e tenham todos uma ótima semana!
Esta semana começamos com o post Café da Manhã com Perfume de Campo, compartilhando uma mesa inspirada nas manhãs que passamos com a família perto da natureza, na tranquilidade do campo. Entre as nossas memórias mais preciosas desses momentos, estão os aromas e os sabores de receitas preparadas com muito, muito amor e mãos que guardam segredos da culinária por gerações, como as mãos de nossas avós e da vovó Carmen, que faz um bolo de fubá como ninguém!
Conhecemos essa receita durante a produção da mesa de café da manhã publicada nesta segunda-feira e ficamos apaixonadas! Quem preparou o bolo (com direito a desenhos de galinhos em alto- relevo) foi a Marie Marie Bakery, que tem, além de muitos outros doces e bolos em seu repertório internacional de receitas, esta espécie de relíquia familiar, herdada pela chef Daniela Meneghini, quem comanda a charmosíssima Marie Marie Bakery!
Hoje, temos a alegria de compartilhar com vocês esta receita mais do que especial e que com toda certeza agrada a todos os gostos e resgata um sabor que não tem igual, o sabor do afeto. Vamos à receita?

Os ingredientes estão logo abaixo:

Modo de preparo:
1. Bata o óleo com o açúcar, transformando a mistura em um creme.
2. Acrescente as gemas, uma a uma, batendo-as bem.
3. Alterne as farinhas de trigo e de fubá, peneiradas com o fermento e o o sal.
4. Junte o leite.
5. Junte a erva-doce.
6. Bata as claras em neve macia, adicione aos poucos e cuidadosamente.
7. Asse em forno pré-aquecido a 180 C, por cerca de 45 minutos.
8. Espere esfriar e sirva.
O próximo passo é experimentar, com os olhos fechado, um sabor tão familiar que nos faz voltar a infância em segundos! Um presente da Marie Marie Bakery, obrigada Daniela!
Esperamos que tenham gostado!
Beijos!
Linda, exuberante e carismática, a nossa flor protagonista da semana é a Dália. Nos apaixonamos por essa espécie recentemente, quando a escolhemos para decorar um cantinho de bebidas montado no carrinho de rattan da Cecilia Dale (vejam no post 1,2,3 Motivos Para Amar Esse Carrinho como a Dália pode emprestar charme e um colorido especial aos ambientes).
Entre as suas características estão a facilidade de crescimento e a reprodução a qualquer época do ano. Essas e muitas outras informações para quem gosta de cultivar belezas naturais em casa, foram reunidas logo abaixo pelo biólogo e pesquisador Anderson Santos, nosso colaborador na coluna Flor da Semana!

Dália é o nome atribuído a diferentes espécies de plantas da família botânica Asteraceae, pertencentes ao gênero Dahlia com registro de mais de 3.000 diferentes variedades da planta. Vale lembrar que há outras asteráceas bastante conhecidas como a alcachofra, o girassol, as margaridas e as gérberas.
Nativas do México e América Central, onde são muito populares, há indícios históricos de que o império Asteca teria sido o responsável pelos primeiros cultivos dessas plantas. Chegou à Europa no século XVIII e o primeiro lugar a cultivar a planta foi o Jardim Botânico de Madri. O botânico sueco Anders Dahl foi o responsável pela expansão do cultivo das dálias na Europa. O início do cultivo foi impulsionado pelos franceses e holandeses que criaram vários híbridos, ainda no século XVIII, e foram os holandeses que introduziram as dálias no Brasil.
São plantas de crescimento rápido. As flores que são comercializadas como dálias são híbridos resultantes do cruzamento de diversas espécies do gênero Dahlia. Atualmente, está disponível um número muito grande de formas de flores, tamanhos e cores. Predominam as flores de cor vermelha, rosa, lavanda, roxa, laranja, amarela e branca. São plantas que florescem geralmente no verão, mas atualmente os produtores, com o uso das estufas e técnicas avançadas de cultivo, conseguem produzir flores quase o ano todo. A maior parte das variedades cresce cerca de 1,5 m de altura.
Produzem bulbos, que são órgãos das plantas que se encontram geralmente subterrâneos de onde uma gema (um ‘broto’) possibilita a sobrevivência do espécime no gelo ou na seca. O cultivo é geralmente feito através de sementes, mas pode ser, também, por mudas. Podem ser plantadas em pleno sol e se adaptam facilmente há solos ricos em matéria orgânica e bem drenados.
Há diversas sociedades compostas por pesquisadores, cientistas, produtores e admiradores das dálias em todo o mundo. Alguns exemplos são a The National Dahlia Society, da Inglaterra fundada em 1881; a Washington State Dahlia Society, desde 1912; a The American Dahlia Society, de 1915; a National Dahlia Society of New Zealand, desde 1938, e muitas outras. Todos os anos, acontece no Brasil a festa da Dália, na cidade de Suzano, em São Paulo, que em 2016 teve a sua 22ª edição com a exposição de mais de 80 variedades de dália.
Esperamos que tenham gostado e que visitem a nossa galeria Flor da Semana, com resenhas sobre outras espécies de plantas e flores que nos encantam!
Beijos!